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Manaus é uma cidade sem história e sem futuro

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Manaus não é essa poesia que estão cantando, porque nem história tem.  Mas é um grande  oásis para aventureiros de todo tipo…

 

Manaus completou 350 anos com parte de sua história perdida. Os registros de sua fundação estão em livros, mas nenhum monumento, nenhum prédio que date desse período. No máximo,  o Teatro Amazonas, construído em 1884, portanto há apenas 136 anos, ou o mercado Adolfo Lisboa, inaugurado em  1883. O longínquo  24 de outubro de 1669 - ou 169 anos após a descoberta do Brasil por Pedro Alvares Cabral é “história” contada  ou perdida.

Assim como os sonhos de fazer da cidade a Paris do Trópicos em 1870, no auge da exploração da borracha,  Manaus continua hoje vivendo uma fantasia.

Com forte dependência de um modelo de desenvolvimento que já parece esgotado, a cidade vive um momento difícil, com invasões que destroem seu verde e  suas fontes de água, o caos urbano  e uma violência sem limites. Manaus não é essa poesia que estão cantando, porque nem história tem. Mas é um grande oásis para aventureiros de todo tipo…

MARCELO RAMOS TEM RAZÃO

Comentando nota da coluna a respeito do voto do ministro Luís Roberto Barroso, a favor da prisão em segunda instância, o deputado Marcelo Ramos informa que o maior percentual de recursos aos Tribunais Superiores é da Defensoria Pública, que só atende aos hipossuficientes.

Marcelo tem razão quando diz que “ao contrário do que diz o ministro o tema interessa sim aos pobres”, já que esses recursos implicam em revogação de prisões e regressão de regime.

CONDENAÇAO 4X3

Nesta quinta-feira o STF encerrou a sessão com mais três votos, dois contra, de Rosa Weber e Ricardo Lewandwoski e um a favor, de Luiz Fux, deixando o placar em 4 X 3 pela condenação em segunda instância.

 OUTRA DO GUEDES

Em que vala comum o ministro Paulo Guedes quer nos atirar? Sua proposta de PEC para acabar com o percentual de aplicação de verbas na saúde e na educação vai lançar o povo pobre que depende do SUS nas mãos dos planos de saúde privados.

Desobrigar prefeitos e governadores de aplicarem o mínimo constitucional em saúde – 15% para prefeituras e 12% para estados -, e educação – 25% para ambos -, é tirar o ‘mínimo’ que a população possui hoje.


+ BASTIDORES DA POLÍTICA

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